Domingo, 10 de Dezembro de 2006

Poema - Labirinto

(do meu livro «Amigos»)

 

Dá o mundo tantas voltas, no seu constante girar

que as nossa vidas, revoltas, num labirinto vão dar.

 

Dos caminhos sem saída, que nos fazem retornar,

aprendemos que, na vida, ninguém vence sem tentar.

 

Damos com portas seladas, muros sem uma ranhura,

as clarabóias vedadas, no chão, nenhuma abertura.

 

Gritam almas silenciadas, olhos pedindo socorro,

a boca e as mãos fechadas; um pensamento: - Eu morro!

 

Corpos que o tempo apagou... mas no espírito, uma luz!!!

Se Jesus ressuscitou... depois de morrer na cruz(...)

 

Quem és tu para fugir? Quem sou eu para falhar-me?

Querer morrer e desistir?!!! Deus! Ajuda-me a salvar-me!

 

Quando menos se esperava, estende-se a mão de um amigo.

Alguém que não se contava, teve dó desse castigo.

 

Novamente, a caminhada é possível, para o cimo.

Abriu-se a porta cerrada. Um amigo é um arrimo!

 

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25/04/2002

Laura B. Martins

Soc. Port. Autores nº 20958

publicado por LauraBM às 22:26
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