Terça-feira, 10 de Abril de 2007

Poema - Funeral...

(do meu livro «Sonhando acordada»)

 

Murchou a flor nascida no meu peito;

cuja capacidade era infinita

de amar tudo e a todos, ao seu jeito,

crescendo cada dia mais bonita.

 

Desabrochava e linda se encantava

com o sol quente, o mar infindo, a natureza,

floresta, pássaros, a lua que brilhava...

Valia a pena viver com tanta beleza!

 

Só quando enfrentou a humanidade,

sentiu quanto era falso o seu amor;

e a tão apregoada caridade...

 

era degrau na escalada pra doutor.

Murchou, morreu de tanto ser pisada.

Celebra-se hoje o funeral daquela flor.

 

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8/02/2002

Laura B. Martins

Soc. Port. Autores nº 20958

publicado por LauraBM às 23:12
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